Como o cenário da economia brasileira está mais instável, o brasileiro precisa se preparar pois alguns produtos vão ficar mais caros nas prateleiras do supermercado. Para os próximos meses, existe uma projeção que vai afetar diretamente o bolso do consumidor de acordo com os gráficos do Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M).

Previsões de produtos mais caros

Vários produtos estão projetados para consumir uma parcela maior do orçamento familiar brasileiro. Os gastos com supermercados, hortifrutis e feiras se tornaram maiores nos últimos meses por conta do aumento do preço de alimentos básicos. Entre eles, estão as hortaliças e legumes com elevação de 12,42% mais um acréscimo de 7,21% nas frutas.

Outros alimentos como a batata-inglesa e a cenoura estão com alta de 30,23% e 23,47% nos seus preços. O maracujá e a banana-prata também registraram um aumento de 15,71%, o que afeta diretamente o orçamento mensal. Isso tem a ver com as questões climáticas que afetaram as safras na agricultura.

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É esperado um aumento na categoria de cereais, como arroz e trigo, que sofrem um impacto maior dos custos de importação. Leguminosas como feijão, também tende a subir, sendo que junto com o arroz são os alimentos que estão mais presentes na mesa das famílias brasileiras.

Causas do aumento dos preços

A inflação de vários produtos, principalmente dos alimentos nos supermercado, é um fenômeno comum durante o verão. Várias condições climáticas afetam a colheita de muitos alimentos que fazem parte do dia a dia das famílias brasileiras. Chuvas intensas e alagamentos geram problemas para a agricultura.

Principalmente no verão, os alimentos são afetados pelo clima intenso, o que gera uma redução maior da sua disponibilidade no mercado. A elevação dos preços é o maior problema, o que gera uma oferta mais limitada e uma demanda menor. Os consumidores precisam adotar estratégias para enfrentar esse aumento.

Quando chegar o outono, o mais esperado é que a oferta dos alimentos normalize e os preços podem ter uma redução. Uma das opções é tentar substituir itens caros por outros que são mais acessíveis e com mesmo valor nutricional. É a hora de avaliar o consumo exagerado e ter gastos mensais com mais consciência.

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Graduada em Publicidade e Propaganda pela Faesa, atuo como Redatora e Gestora de Tráfego. Apaixonada por entretenimento, moda, negócios e viagens.